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Música: I'm Free

por Rei Bacalhau, em 22.02.15

 

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publicado às 12:04


Música: Don't Give Up

por Rei Bacalhau, em 15.02.15

Quase tudo é subjectivo.

Até as coisas que achamos termos explicações lógicas para serem melhores que outras estão sempre sobre o risco de serem contrariadas, provavelmente com razão.

A Música não é excepção. Portanto, para variar, em vez de demonstrar uma música que subjectivamente considero boa, vou apresentar uma que não gosto.

Nada tenho contra o Peter Gabriel. Verdade seja dita, nunca ouvi muito dos seu trabalho nos Genesis, mas admito que ele teve uma boa carreira a solo, pelo menos. Pá... mas há uma música que não consigo mesmo aguentar.

 

Don't Give Up é uma música demasiado calma. Demasiado arrítmica. Demasiado longa. Demasiado irritante. Até o vídeoclip é demasiado embaraçoso. São demasiados "demasiados".

 

Eis o que é estranho: duas coisas são bastante prováveis. Em primeiro, serei dos poucos que não gosta da música, porque nos comentários do Youtube, onde esperava obter algum tipo de fraternidade no ódio à música, apenas encontrei textos de louvor. Em segundo, daqui a uns anos, talvez muitos, talvez poucos, é possível que já a ouça de uma forma diferente e já a considere uma maior obra de arte que a Lazy do Made in Japan (blasfémia neste momento).

 

Quase tudo é subjectivo...

 

Peter Gabriel e Kate Bush, no abraço mais embaraçoso na história dos videoclipes, com Don't GIve Up:

 

 

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publicado às 00:00

O Bob Dylan irrita-me. Não é que eu não goste da música dele, mas a maneira como ele a canta faz-me pensar que ele deveria ser apenas um letrista ou algo do género. Há várias músicas em que a voz e a "técnica" são suportáveis, mas desde já apresento uma música que me faz uma confusão tremenda.

 

 

Por outro lado, se calhar estou a ser injusto. A verdade é que já vinha com uma certa expectativa quando fui pela primeira vez ouvir aquela música cantada pelo Bob Dylan. Digo isto porque já a tinha ouvido cantada e tocada por outro artista.

O filme Roadhouse, com o Patrick Swayze, não é um marco na história cinematográfica, mas tem uma valente e saudável quantidade de porrrada (coloquei um "r" a mais de propósito), o que o faz uma excelente forma de passar um Domingo. Como bónus, ainda existem umas frases filosóficas lá no meio, as mulheres podem-se babar com o Patrick Swayze (ah, aquele cabelo à anos 80) e finalmente há a música. 

Ao longo do filme, que ocorre num bar, existe uma banda a tocar músicas ao vivo. O estilo das músicas não foge muito dos blues e rock americano, ouvindo-se coisas como The Doors, os Creedence e talvez ZZ Top, já não me lembro concretamente. Vim a descobrir que a banda que lá tocou no filme é uma banda a sério, e no filme tocaram a sua própria versão da música do Bob Dylan com que comecei este texto.

 

 

The Jeff Healey Band.

 

Eis uma particularidade desta banda, claramente centrada no seu membro principal, Jeff Healey. Não só era ele cego, como tinha uma maneira muito particular de tocar a guitarra, como era observável em Roadhouse, e como partilharei já de seguida. Tenho usado a forma verbal no passado, pois Jeff Healey partilha o mesmo destino que Patrick Swayze, já que ambos já morreram.

Vejam então como Jeff Healey tocava neste concerto ao vivo, e dir-me-ão se não é uma versão "melhor" que a do Dylan (notem as aspas, não me venham com histórias e semânticas e tal).

 

The Jeff Healey Band, com When the Night Comes Falling From the Sky:

 

 

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publicado às 00:27


Música: Lola

por Rei Bacalhau, em 01.02.15

Hoje gostaria de mostrar algo mais divertido. Não digo que só nos anos 70 é que isto aconteceria, porque seria falso, mas falar sobre certos assuntos e de certa e determinada maneira numa música pode dar maus resultados. Foi então que os Kinks fizeram uma música divertida e simpática sobre o amor de um homem por Lola, que ele conheceu uma noite. Bem que se divertiu com Lola, pelo menos até ter descoberto que aquela "cavalona", como se diria na gíria, era na verdade um homem.

É de notar o tom de inocência com que a música começa por parte do cantor. Certamente não estaria à espera de conhecer um travesti, se bem que por outro lado ele já deveria suspeitar, já que estava no Soho, pelo que diz a letra. 

Esta música é-me relevate porque é das poucas músicas de paródia que ouço na rádio, e assumo que isso acontece ou porque ninguém ligou à letra ou porque não se apercebem o ridículo da situação e portanto não sabem que é uma música de paródia. Seja como for, os tipos da BBC ligaram muito à letra, mas não por tratar de travestis. Na verdade, os Kinks usam a palavra Coca-Cola na letra, e aparentemente isso não pode ser. Acabou por ser substituída por Cherry Cola em versões de rádio.

Apresento então The Kinks, com Lola

 

 

 

Sabem, há muito que se diga sobre músicas de paródia. Alguns artistas especializados na matéria conseguem às vezes cometer a proeza de ter uma música ainda melhor que os originais, mesmo que com sentidos diferentes. Não é o caso que exponho a seguir.

Quem nunca tiver visto os filmes do Star Wars não compreenderá o vídeo seguinte, mas acho brilhante como o "Weird Al" Yankovic conseguiu pegar nos mesmos truques vocais de Lola e reutilizá-los na sua versão ligeiramente modificada:

Yoda, do "Weird Al" Yankovic:

 

 

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publicado às 00:00



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