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Música: Thick as a Brick

por Rei Bacalhau, em 27.03.16

Eu gosto de músicas grandes. Estranhamente, eu tinha quase a certeza que já tinha falado aqui de uma específica, mas não a encontro no meu registo. Suponho que não interessa. Falarei dela agora.

Se falamos de músicas grandes dos anos 70 vamos inevitavelmente acabar por cair no género de rock progressivo, em que uma das suas características é exactamente os temas mais longos que as músicas comerciais para rádio, chegando a atingir em alguns casos 10 ou muitos mais minutos.

Os Jethro Tull, apesar de terem várias classificações possíveis, podem ser considerados rock progressivo. E lá progressivos eram eles, nem que fosse pela parvoíce folclórica que metiam lá no meio dos seus temas.

Contudo, acho que nenhum tema/álbum fez uma marca tão grande quanto Thick as a Brick. Zangado com os críticos por considerarem o álbum mais recente deles (na altura) como um concept album, ou seja, um álbum que anda à volta de um tema ou história, o Ian Anderson desafiou-se a fazer o concept album mais concept album de sempre. Então, fez um álbum com uma música. Uma apenas. Com 45 minutos de duração. Thick as a Brick.

 

 

Se o álbum consegue às vezes ser um bocado repetitivo em certas partes, de modo algum é entediante ouvi-lo. O absurdo é que considerando que os discos tinham apenas capacidade para vinte e poucos minutos de música, o tema teve de ser partido em dois com um fade out/fade in devidamente colocado. Quando o ouvinte virava o disco, lá começava a parvoíce instrumental outra vez.

Eu tenho impressão que eles chegaram a actuar o álbum/tema inteiro em concertos, mas se calhar às vezes bastava uma versão mini. Neste caso, uma versão mini implica mesmo assim uns 10 minutos de fanfarra energética.

Ora então, Jethro Tull, com uma versão ao vivo de Thick as a Brick:

 

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publicado às 03:24


Música: Over the Mountain

por Rei Bacalhau, em 19.03.16

Vamos a algo divertido, para variar.

Encontrei hoje um vídeo absolutamente hilariante, tendo tudo em conta. Alguém pegou numa dasquelas músicas poderosas do Ozzy Osbourne e transformou-a numa versão Ska. A música é Over the Mountain. O vídeo que apresento agora de seguida é o original, num concerto:

 

 

E agora, a versão motivadora e animada da mesma música, num ritmo ska. É provável que o vídeo venha a ser retirado, mas não pude deixar de partilhar enquanto posso, certamente.

 

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publicado às 23:58


Música: Why

por Rei Bacalhau, em 13.03.16

Eu gosto de músicas grandes.

Guitarras imensas, enormes momentos instrumentais e tal. Normalmente há sempre um instrumento que recebe o foco: guitarra, teclado, voz, etc.

Mas e o baixo? O baixo, hmmm? Porque é que não há uma música grande em que o foco esteja no baixo? Ora bem, vamos aos nossos amigos Uriah Heep, que eles não são uns imbecis elitistas em que só o Mick Box ou o Ken Hensley é que podem ter a ribalta.

Gary Thain, portanto, com o seu baixo, na música Why, dos Uriah Heep:

 

 

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publicado às 00:18


Música: Achilles Last Stand

por Rei Bacalhau, em 06.03.16

Eu gosto de músicas grandes. Para além de serem uma boa oportunidade para um artista demonstrar o que consegue fazer, é também uma maneira de não estar a mudar de música tantas vezes quando estou a fazer alguma coisa.

Simplesmente falando, hoje é o caso.

Os Led Zeppelin não se podem classificar como qualquer tipo de estlo musical, pois eles tentaram de tudo. Muitos, dos entendidos, consideram os Led Zeppelin os precursores de movimentos heavy metal vindouros.

Não consigo deixar de pensar que certas bandas por mim adoradas terão sido imensamente influenciadas por certos temas específicos dos LZ. Tomemos os Iron Maiden por exemplo. Uma das suas características é o ritmo galopante do baixo em algumas das suas músicas. Falaria da The Troper como exemplo mais óbvio, mas como já fiz um post sobre essa música, vou referir outra.

 

Can I Play With Madness, dos Iron Maiden. \m/

 

Ouçam agora relaxadamente o poderoso tema dos Led Zeppelin, e talvez também notem algumas semelhanças rítmicas. Durante 10 minutos.

Achilles Last Stand, dos Led Zeppelin:

 

 

P.S.: Eu sei que falta um apóstrofo no título da música, mas aparentemente os próprios LZ dizem que é mesmo assim.

Artistas, enfim.

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publicado às 23:03



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