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Save Me

por Rei Bacalhau, em 30.09.18

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publicado às 18:00


Body Count

por Rei Bacalhau, em 24.09.18

Da mesma maneira que estou a escrever isto num dia ao lado do habitual, também a música/banda que apresentarei hoje sai um bocadinho do meu padrão musical. E no fundo, se calhar isso é bom. Admito no entanto que só colocarei este tema aqui porque me intrigou, por ser algo que eu não estava nada à espera.

 

Quando pensamos em metaleiros e restante malta de rock pesado pensamos em homens brancos de cabelo longo e suficientemente fabuloso para serem elegíveis para um anúncio de champô.

Certamente não pensamos no seguinte:

 

Body_Count_cover.jpg

 

No início dos anos 90, o rapper Ice-T, em vez de mudar de nome para uma bebida mais decente, decidiu que gostaria de fazer um segundo projecto para além dos seus álbuns de rap, e então ajudou a fundar uma banda de heavy metal com influências um bocadinho de todo o lado: os Body Count.

É-me difícil classificar precisamente o género da banda, mas mistura elementos de rock mais clássico com problemas sociais bem mais recentes (bom, pelo menos no anos 90, se bem que alguns dos assuntos tratados ainda têm relevância presente). Apesar de não conter exactamente rap, certamente ajudou a definir o estilo que muitas bandas dos anos 90 viriam a adoptar (muito notavelmente, parece-me, os Rage Against the Machine, que explodiriam pouco depois da estreia dos Body Count; se é coincidência ou não, não sei).

 

Como eu disse, não é bem a minha cena, especialmente em termos líricos, mas há que ouvir um bocadinho de tudo, não é verdade?

 

Body Count, com a música epónima, do álbum epónimo:

 

 

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publicado às 23:17


Hollywood Swinging

por Rei Bacalhau, em 16.09.18

Se fosse acusado de tal, seria sem problemas que confessaria que o tom deste blog é algo pessimista, falando no geral.

Gostaria, no entanto, de relembrar que eu uso maioritariamente este blog para relatar algo que me esteja a acontecer, normalmente com músicas escolhidas simbolicamente e normalmente sobre um assunto que me pena.

 

No fundo, o que estou a dizer é que eu poderia pôr aqui a discografia inteira dos Pink Floyd e encerrava o assunto.

 

Contudo, ao contrário do que eu próprio estava à espera, para hoje não tenho nada senão pensamentos positivos e felizes, numa junção recente e coincidente de acontecimentos que me trazem alegria. Todos temos estes pequenos momentos separados temporalmente, mas para mim nunca são suficientes para me fazer pensar mais risonhamente. Uma ocasião feliz acaba por ser apenas mais uma braçada desesperada num oceano de amargura e nihilismo, para imediatamente me voltar a afogar.

Felizmente ou infelizmente, como desta vez vieram muitas bençãos ao mesmo tempo, sinto-me acima do nível da água e a respirar em pleno.

Por um dia que seja, não me importo nada de me sentir assim.

 

Celebremos, portanto. Kool & the Gang, com Hollywood Swinging, só mesmo porque não pode haver um estilo de música mais alegre do que o funk. Sem contar com músicas de Natal.

 

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publicado às 23:30


School

por Rei Bacalhau, em 09.09.18

Tem sido um ano estranho para mim, em que me coloquei numa demanda para melhoramento pessoal e comecei a tentar fazer coisas diferentes, numa tentativa ingénua de encontrar significado na minha vida. Faltava-me algo para o qual lutar, algo que me satisfizesse, algo que me desse a validação humana que todos de certa maneira necessitamos.

 

Um propósito.

 

Contudo, tenho tido algumas dificuldades em concretizar os meus desejos, e tenho aprendido e reflectido muito sobre mim.

A conclusão a que cheguei eventualmente é de que é um bocadinho parvo tentar sair extremamente da zona de conforto só para tentarmos satisfazer algo que pensamos ser a solução para os nossos problemas, e que no fundo poderá não dar em nada.

 

Fiquei sem saber o que fazer.

 

E então aconteceu. Um evento horrível cujas consequências se iriam repercutir meses depois em mim. A perdição de um homem poderá muito bem ser a salvação de um outro. pois eis-me por ventura num novo desafio, de volta ao último sítio onde me senti realmente humano e validado.

 

O Mestre deu o lugar ao Aprendiz. Esperemos que não em vão.

 

School, dos Supertramp:

 

 

P.S: a letra poderá parecer um bocadinho anti temática ao que escrevi (já que existe um tema por trás de todo o dramatismo do texto), mas prefiro tomar a mensagem dela como um aviso sobre o que não fazer.

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