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I Feel Fantastic

por Rei Bacalhau, em 21.10.18

Ah, não! Esqueci-me de escolher uma música para hoje!

 

Tenho um minuto!

 

Jonathan Coulton, com I Feel Fantastic:

 

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publicado às 23:59


Father O.S.A.

por Rei Bacalhau, em 14.10.18

Eu gosto de músicas grandes.

 

A vantagem do rock progressivo é que sendo um género relativamente menos popular (em comparação com outros, claro), existem várias bandas que de vez em quando ficam esquecidas no tempo e que podem ser redescobertas. Algumas destas são conhecidas pelas suas fases mais "pop", apesar de terem começado como rock progressivo (o caso mais flagrante disto são os Queen). Ainda bem, sinceramente, acho bem que uma banda queira andar a saltar de género em género mantendo sempre uma estilo mais ou menso coerente ou reconhecível.

 

Um outro exemplo deste padrão são os Styx, uma banda com um nome ominoso, mas bastante adequado ao género. Não sei até que ponto eles terão sido conhecidos em Portugal, mas sei que eles têm algumas músicas conhecidas, por exemplo a Mr. Roboto:

 

 

Mas esperem, eu tinha dito que gosto de músicas grandes, e toda a gente sabe que música grande é tudo o que for além dos 6 minutos, no mínimo.

Retrocedamos então no tempo para ouvirmos um tema sobre um frade da Ordem de Santo Agostinho (O.S.A.) bêbado, com um estilo barroco a acompanhar.

 

Father O.S.A., dos Styx:

 

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publicado às 23:00


Inominável nº 16

por Rei Bacalhau, em 07.10.18

Chego um bocado atrasado à festa, mas saiu na sexta-feira uma nova e única edição da Revista Inominável.

Na coluna 2D3D discutirei brevemente as capacidades dos videojogos de poderem conectar pessoas em todo o mundo ou até simplesmente na mesma sala, através de videojogos com suporte a modos multi-jogador.

Creio que a revista tem lá outras coisas sobre outros assuntos. Se forem lá ver e for verdade depois leiam e digam-me se é alguma coisa de jeito (e sim, estou só a tentar enganar as pessoas para que leiam o resto da revista, também merece, não sou egocêntrico, ora essa).

 

Para ler, AQUI ou no blog da revista.

 

Referi que esta edição era única pelo facto de ser a última. Foi sem surpresa (mas com alguma melancolia) que recebi a notícia do fim desta aventura, que acredito que tenha tido todo o mérito e eu verdadeiramente ansiava por ler os artigos dos meus colunistas favoritos, o que quer dizer que empenho por parte de todos não faltava. Contudo, gerir e editar e publicar a revista revelou ser uma tarefa extraordinariamente colossal para uma redação desproporcionadamente pequena e gostaria de congratular as Inomináveis-Mor (como se auto proclamavam) Maria Alfacinha e Ana CB pelo esforço estóico e heróico com que defrontaram os prazos apertados de publicação da revista.

 

Gosto de acreditar que o universo da língua portuguesa ficou só um niquinho mais rico com a existência da revista. Quem sabe, talvez um dia apareçamos no Portugal em Directo.

 

Mas demos música aos sentimentos actuais. Tendo em conta as circunstâncias, parece-me adequado que a música de hoje tenha algo a ver com videojogos. 

A saga de videjogos Metal Gear Solid é famosa por dar uma imensa importância a certos temas musicais em partes criticalmente dramáticas do videjogo (como só os japoneses sabem fazer). É difícil explicar a relevância da música que vou apresentar (e nenhuma saga de videjogos tem um enredo tão rebuscado e complicado como o Metal Gear Solid), mas acreditem que para fãs convictos da série, o momento era de ir às lágrimas (e conhecendo o Hideo Kojima, as lágrimas seriam propositadas para os jogadores humedecerem os olhos para continuarem a jogar).

Como também gosto de dramatismos, utilizarei o mesmo tema, e não se admirem não perceberem nada do que é dito, porque a música é cantada em gaélico, só porque sim.

 

Tudo o que sei é que talvez o melhor ainda esteja para vir.

 

The Best Is Yet To Come, da banda sonora do Metal Gear Solid:

 

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publicado às 21:00



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