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Inominável nº 16

por Rei Bacalhau, em 07.10.18

Chego um bocado atrasado à festa, mas saiu na sexta-feira uma nova e única edição da Revista Inominável.

Na coluna 2D3D discutirei brevemente as capacidades dos videojogos de poderem conectar pessoas em todo o mundo ou até simplesmente na mesma sala, através de videojogos com suporte a modos multi-jogador.

Creio que a revista tem lá outras coisas sobre outros assuntos. Se forem lá ver e for verdade depois leiam e digam-me se é alguma coisa de jeito (e sim, estou só a tentar enganar as pessoas para que leiam o resto da revista, também merece, não sou egocêntrico, ora essa).

 

Para ler, AQUI ou no blog da revista.

 

Referi que esta edição era única pelo facto de ser a última. Foi sem surpresa (mas com alguma melancolia) que recebi a notícia do fim desta aventura, que acredito que tenha tido todo o mérito e eu verdadeiramente ansiava por ler os artigos dos meus colunistas favoritos, o que quer dizer que empenho por parte de todos não faltava. Contudo, gerir e editar e publicar a revista revelou ser uma tarefa extraordinariamente colossal para uma redação desproporcionadamente pequena e gostaria de congratular as Inomináveis-Mor (como se auto proclamavam) Maria Alfacinha e Ana CB pelo esforço estóico e heróico com que defrontaram os prazos apertados de publicação da revista.

 

Gosto de acreditar que o universo da língua portuguesa ficou só um niquinho mais rico com a existência da revista. Quem sabe, talvez um dia apareçamos no Portugal em Directo.

 

Mas demos música aos sentimentos actuais. Tendo em conta as circunstâncias, parece-me adequado que a música de hoje tenha algo a ver com videojogos. 

A saga de videjogos Metal Gear Solid é famosa por dar uma imensa importância a certos temas musicais em partes criticalmente dramáticas do videjogo (como só os japoneses sabem fazer). É difícil explicar a relevância da música que vou apresentar (e nenhuma saga de videjogos tem um enredo tão rebuscado e complicado como o Metal Gear Solid), mas acreditem que para fãs convictos da série, o momento era de ir às lágrimas (e conhecendo o Hideo Kojima, as lágrimas seriam propositadas para os jogadores humedecerem os olhos para continuarem a jogar).

Como também gosto de dramatismos, utilizarei o mesmo tema, e não se admirem não perceberem nada do que é dito, porque a música é cantada em gaélico, só porque sim.

 

Tudo o que sei é que talvez o melhor ainda esteja para vir.

 

The Best Is Yet To Come, da banda sonora do Metal Gear Solid:

 

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publicado às 21:00




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