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Working On a Dream

por Rei Bacalhau, em 07.07.18

Estamos todos, mesmo que não o queiramos admitir.

 

Bruce Springsteen, com Working On a Dream:

 

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publicado às 23:35


Son Of Mr Green Genes

por Rei Bacalhau, em 24.06.18

Sempre ouvi falar do Frank Zappa, mas nunca lhe prestei a devida atenção devido ao facto de que é preciso quebrar uma certa barreira para se começar a apreciar o artista.

Consequentemente, decidi finalmente lançar-me feito parvo para a discografia dele e fui ao Youtube e pesquisei simplesmente "frank zappa". Apareceu-me imediatamente uma coleção de três horas e meia de músicas dele. Tendo em conta que ele em vida editou dezenas e dezenas de álbuns, não é de surpeender que uma "selecção" dos temas dele seja mesmo assim relativamente longa.

Três horas e meia depois fiquei na dúvida de se o homem era insano ou um génio, mas agora sei que era simplesmente um músico que acreditava na sua liberdade artística para tocar da maneira que bem lhe apetecesse.

 

Eu gosto de músicas grandes. Acho que já o tenho dito de vez em quando. Ora, o Frank Zappa tem o hábito de fazer as suas composições bastante alargadas com secções instrumentais absurdas (e ele nem era grande fã de drogas, aparentemente, portanto toda a maluquice é dele mesmo).

 

Como os conteúdos líricos dele podem ser às vezes... "desconfortáveis para o público geral", digamos, decidi partilhar um tema instrumental que me agradou particularmente, mas ficais a saber que é apenas uma gota num oceano.

 

Frank Zappa, com Son Of Mr Green Genes:

 

 

Já agora, o álgum desta música, Hot Hats, foi extremamente pioneiro em termos técnicos e foi dos primeiros a utilizar novas tecnologias para fazer do estúdio um instrumento por si só, como "certas" bandas viriam a fazer daí a uns anos.

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publicado às 00:00


Lookin' Out My Back Door

por Rei Bacalhau, em 17.06.18

Quando eu chego a casa do trabalho ou depois de ter estado muito tempo ao computador costumo ir para a janela da minha casa para olhar um bocadinho para o horizonte. É este um dos meus sítios predilectos para a actividade simples de pensar. Pensar no quê? Seja no que for, todo o tipo de pensamentos Bons, Maus... e Feios.

Falando em particular dos pensamentos Bons, é nestas alturas de reflexão profunda que me vêm à cabeça as ideias mais parvas e potencialmente humorísticas. Uma boa parte das minhas contribuições para a Revista Inominável foram arquitectadas naquela janela, pois a paisagem relativamente ociosa composta de blocos de cimento dá asas ao que nós poderíamos chamar de imaginação.

As aventuras de Ventura Lobo são um outro exemplo de parvoíces que me vieram à cabeça enquanto perscrutava (tenho sempre dificuldade em escrever este verbo) os confins urbanos.

 

É bom de vez em quando estar num estado de espírito alegre mesmo depois de um dia cansativo e chato. Às vezes, sem real razão aparente. Outras vezes porque fomos inspirados pela música certa.

 

Lookin' Out My Back Door, dos Creendence Clearwater Revival:

 

 

Bother me tomorrow, today I'll buy no sorrow

Doo, doo doo, lookin' out my back door...

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publicado às 22:55


Legs

por Rei Bacalhau, em 03.06.18

Há certas bandas que nunca falham, mesmo naqueles dias de baixa inspiração para partilhar alguma coisa. 

 

ZZ Top, com Legs, num dos videoclipes mais confusos e divertidos de sempre, que junta todos os elementos típicos dos vídeos dos ZZ Top: os "Tres Hombres" a aparecer e desvanecer, o Eliminator (o carro), e várias míudas giras e magrinhas a fazer avançar o enredo, que involve sempre alguém que está em baixo e que depois fica na mó de cima.

 

 

Os anos 80 eram definitivamente mais simples.

 

Já agora, tenho quase a certeza que um dos "maus da fita" ao longo do videoclipe entrou também no "Profissão: Duro".

 

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publicado às 23:54


How Does It Feel

por Rei Bacalhau, em 27.05.18

Há alguns anos atrás escrevi um texto ao qual eu gostaria de fazer alusão. No entanto, é um texto que é prévio à criação deste blog e está consequentemente perdido, sendo-me impossível lembrar-me do que escrevi lá.

Sei, contudo, que fiz uma pergunta a mim próprio, na altura com uma música a acompanhar.

Basicamente, perguntei ao "eu" futuro, agora o "eu" presente, como me sentia tantos anos depois. A construção frásica é estranha, mas creio que compreendem o conceito.

 

Como me sinto? No fundo, sou quase a mesma pessoa, tanto a nível mental como a nível físico. Tive alguns progressos académicos e profissionais, apesar de toda a gente que eu conheço detestar o emprego que eu tenho e de eu detestar o emprego que toda a gente queria que eu tivesse. Nisso, acho que o "eu" passado teria ficado contente, por não ter sido corrompido pelas maquiavélicas mentiras das empresas de consultoria.

 

A nível pessoal, o "eu" passado ficaria de rastos ao saber do percurso que a nossa vida tomou para me levar a decidir tornar num mal-afamado lobo solitário. Apesar do tom melodramático da expressão fazer com as pessoas não a levem a sério (e é evidente que eu não me classifico publicamente como tal), a aparente submissão a este estilo de vida levou a que me tornasse muito mais despreocupado no meu dia-a-dia, por saber que já não tenho de impressionar ninguém e que há certos eventos sociais que posso escolher não fazer porque as pessoas já sabem que "ele é simplesmente assim".

Adicionalmente, com a actual implementação da Reforma, estou lentamente a habituar-me a ser e a existir sozinho, se bem que ainda há muito para fazer.

 

Aprendi imenso. Mesmo sendo uma pessoa pouco activa, é impressionante o quanto se consegue aprender sobre tantos aspectos da vida em relativamente pouco tempo. Muitas das lições foram difíceis, especialmente em termos de amor (aliás, chamemos-lhe romance) e de identidade pessoal. Tenho agora uma perspectiva mais triste e mais sábia da minha vida, mas admito que ainda me faltam limar umas arestas.

De qualquer forma, existirão sempre arestas a limar. A vida é mesmo assim. Existirão sempre novos problemas e novos ensinamentos e posso apenas esperar que a experiência me permita lidar convenientemente com eles.

 

Apesar de não notar demasiadas diferenças em mim, o mesmo não posso dizer naqueles que estão à minha volta. Noto que estão a ficar gordos, velhos, queixosos, fracos, doentes e alguns até moribundos. Sinto em particular uma pessoa muito próxima de mim a perder as forças de dia para dia, apesar dos meus maiores esforços para a manter saudável.

Creio que nos próximos anos o meu maior desafio será tentar balançar as minhas responsabilidades para com os que me são próximos com a minha responsabilidade egoísta de também me melhorar.

 

É caso para perguntar-me de novo, ao "eu" de aqui a muitos anos.

E agora? Como te sentes?

 

Para reflectir sobre o assunto, partilharei a mesma música brilhante e fenomenalmente composta que partilhei da primeira vez, em tempos esquecidos.

 

Os Slade, com How Does It Feel:

 

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publicado às 23:50


Deadpool 2

por Rei Bacalhau, em 20.05.18

O maior problema, para mim, de se ver uma sequela para um filme, ou mesmo um filme com um mesmo realizador ou actor de outro, é que ficamos com uma certa expectativa prévia, tanto para o melhor como para o pior.

 

É o caso de Deadpool, o filme sobre um herói cujo maior superpoder é conseguir irritar toda a gente igualmente. Este primeiro filme do Deadpool quebrou regras que já não eram quebradas num grande ecrã há alguns anos, algumas delas desde o Robin Hood, Heróis em Collants, provavelmente.

 As pessoas souberam apreciar a qualidade e a impertinência do filme e votaram com as suas carteiras, declarando o Deadpool como um dos grandes filmes de comédia recentes. Este foi, para mim, um caso em que a democracia funcionou, pois depois deste fenómeno, puseram-se logo a trabalhar no segundo filme.

Foi consequentemente com grande expectativa que fui ver o Deadpool 2, assumindo que iriam aplicar a mesma fórmula do primeiro filme.

 

No primeiro filme eles tinham o problema de que tinham de introduzir o personagem ao público que talvez não o conhecesse da banda desenhada, e como tal tiveram de estruturar o filme de modo a ter a história da origem do Deadpool. No segundo filme já nada disso interessa e pôde-se gastar muito mais tempo e dinheiro em piadas parvas e absurdas que um bom filme de comédia de paródia precisa. Tendo em conta que teve o dobro do orçamento do primeiro filme, os efeitos especiais foram sublimemente utilizados para a parvoíce caótica que caracteriza todo o filme.

Numa frase, poderia descrever o Deadpool 2 como um filme de acção intensa produzido por um Mel Brooks ordinário e rico.

 

Efectivamente, se eu ia com expectativas altas, posso afirmar confortavelmente que foram superadas, o que eu achava impossível. O argumento é adequado (tendo em conta que estamos a falar de um filme de super heróis), as personagens estão decentemente desenvolvidas e nota-se que alguns pontos de enredo foram meticulosamente calculados para levarem a algumas cenas que ficarão para a história do cinema.

Numa dessas cenas reparei num pormenor engraçado. Um dos personagens tem uma pistola bastante única e fiquei contente por a reconhecer: uma Arsenal AF2011, que são basicamente duas pistolas M1911 numa só, numa demonstração parva e inútil (mas fixe) de engenharia.

Um videozinho (educativo e responsável) sobre ela:

 

 

Não quero estragar muito o filme para potenciais espectadores, e por isso tenho omitido todos os detalhes importantes. O objectivo deste texto é apenas de exortar o pessoal a ir vê-lo por si só e de potencialmente obter alguma validação pessoal desse facto.

O Deadpool é, no entanto, conhecido pelo seu gosto de músicas lamechas dos anos 80 (e no geral), e por isso, respeitando a minha tradição dominical:

 

Phil Collins, com One More Night:

 

 

P.S.: as Aventuras de Ventura Lobo podem de certa forma ter sido influenciadas pelo Deadpool. Verifiquei, e a primeira aventura foi publicada apenas poucos meses depois do primeiro Deadpool. É evidente que o conceito da destruição da "quarta parede" não é novo, mas pronto.

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publicado às 20:45


Samapatti

por Rei Bacalhau, em 13.05.18

Admito que não percebo muito de música portuguesa, mesmo de tempos mais antigos, por onde as minha tendências musicais costumam pairar. Sendo um mercado bastante mais pequeno, não é de estranhar que existam muitas poucas bandas do estilo que eu aprecio em Portugal, e as que existem vieram bastantes atrasadas em relação às suas influentes (estou a pensar especificamente nos Trovante e nos Quinta do Bill).

Dos tempos antigos, acho que um dos artistas mais importantes é o Rui Veloso, já que não é toda a gente que tem a possibilidade de tocar com o B.B.King. A sua parceria com o Carlos Tê levou a algumas das músicas mais facilmente reconhecíveis do pop/rock português, a meu ver. Creio que posso dizer isto porque se eu, que não percebo muito de música portuguesa, ainda conheço um ou outro tema do Rui Veloso, então é porque alguma coisa ele fez bem.

Contudo, para tentar emendar a minha ignorância, decidi ouvir alguns álbuns dele onde encontrei um tema com um título invulgar, que me fez imediatamente pensar se seria uma referência a outro artista.

Efectivamente, era.

 

O tema chama-se Samapatti, e logo nos primeiríssimos segundos confirmei a minha suspeita, que referirei de seguida.

Rui Veloso, com Samapatti:

 

 

 

As referências directas ao Samba Pa Ti dos Santana são de pequena duração, mas são o suficiente para justificar partilhar essa música, tocada pelo líder epónimo da banda.

Carlos Santana, com Samba Pa Ti:

 

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publicado às 12:43


Mamãe eu Quero (mais ou menos)

por Rei Bacalhau, em 29.04.18

Os irmãos Marx são conhecidos pelos seus vários talentos. Instrumentalmente, Chico Marx era conhecido pelo piano e Harpo Marx pela... harpa. Contudo, isto não implicava que tocavam apenas um instrumento.

Reza a lenda que a família deles apenas tinha dinheiro para dar lições de piano a um dos irmãos. O conteplado foi o mais velho, o Leonard, conhecido como Chico. No entanto, quando chegava a casa ele alegadamente ensinava ao segundo mais velho, Arthur Marx (Harpo), o que tinha aprendido nesse dia.

Como tal, Harpo Marx era também um decente tocador de piano. Pelo menos o suficiente para fazer um dueto fraternal.

 

Eis uma interpretação de Mamãe eu Quero no filme The Big Store, com dois dos Irmãos Marx:

 

 

 

Cada vez que eu revejo um filme deles não posso deixar de notar como tanto do meu humor físico vem do Harpo Marx (ou pelo menos parece-me que sim). As caretas divertidas que ele faz são um sucesso com crianças ainda hoje.

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publicado às 19:42


All You Need Is...

por Rei Bacalhau, em 22.04.18

Hoje vou muito directamente ao assunto, apetece-me ouvir Beatles, e é precisamente isso que irei partilhar!

 

The Beatles, na sua aparição no Ed Sullivan Show, com o tema I Want To Hold Your Hand:

 

 

 

Oi? Ups, devo ter-me enganado, isto não são os Beatles! The Rutles? O que raio é um Rutle? Esperem lá, vou tentar de novo.

 

The Beatles, com Get Back, famosamente filmado em cima de um edifício:

 

 

 

Ai... mau, enganei-me outra vez, peço imensa desculpa. Que raio, mas quem é que são os Rutles, e porque é que têm músicas tão parecidas às dos Beatles? Que mistério...

 

É evidente que vocês, caros leitores, se tiverem senso de humor, já terão compreendido que estou muito obviamente a gozar convosco. Sem ofensa. Em minha defesa, eu tinha de encontrar alguma maneira mais humorística para apresentar a mítica saga dos Rutles, uma banda de paródia aos Beatles envisionada por Eric Idle, membro dos Monty Python.

A ideia atrás da criação dos Rutles era apenas (tanto quanto percebi) de fazer um documentário a gozar com o percurso bastante controverso dos Beatles, mas posteriormente a banda continuou segundo a liderança de Neil Innes, que maior importância teve para a concepção da banda, sendo o compositor e letrista das músicas.

 

O "documentário", de nome All You Need is Cash, foi lançado em 1978, numa altura em que todos os Beatles ainda estavam vivos, com opiniões sobre o filme variadas.

 

Segue de seguida o tal documentário, e se prestarem atenção, poderão ver qual dos Beatles gostou mais do conceito. É uma horinha e pouco, mas vê-se bem e tem muita parvoíce à mistura.

 

All You Need is Cash, a história dos Rutles: 

 

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publicado às 23:06


Peacemaker Die

por Rei Bacalhau, em 08.04.18

No passado dia 4 fez 50 anos que o Martin Luther King foi assassinado.

 

É evidente que este tipo de datas simbólicas tem de ser aproveitado para fazer referências musicais relevantes.

 

No entanto, antes do momento musical, gostaria de fazer uma pequena reflexão sobre o sonho dele.

Não sei como é nos Estados Unidos ainda nos dias de hoje em termos da relação entre brancos e pretos (e certamente não vou acreditar no que as televisões dizem, isso é sempre perigoso). Gostaria era de falar um bocadinho do que eu observo em Portugal, e quem diz Portugal, diz Lisboa, porque toda a gente sabe que o resto do país só interessa na época dos incêndios.

Eu gosto de pensar que o Martin Luther King visitaria Portugal com agrado, pois ele veria parte do seu sonho concretizado. Eu moro numa zona de grande densidade de descendentes africanos e sempre estive habituado a valorizar mais as minhas amizades com pretos do que com brancos. Acho estranho em ouvir falar de racismo quando estou a andar pela minha cidade e vejo os velhotes a conversar amigavelmente com os pretos, apesar de tipicamente nos quererem levar a acreditar que as populações não se dão bem juntas.

 

Há cerca de um ano, se calhar menos, chegaram novos vizinhos aqui à casa do lado, uma família grande de pretos. Houve um certo sentimento de apreensão por parte de alguns membros da minha casa, e esses receios justificaram-se quando a música aos berros começou as fins de semana. Ora, eu pessoalmente admiro esse aspecto da cultura dos povos nominavelmente africanos (mesmo que nascidos em Portugal, que não é este caso). A minha família constantemente melancólica não consegue sequer conceptualizar o conceito de diversão e assume que as kizombas (ou sejam lá o que for, não sou culto nesse assunto) são postas propositadamente com volume alto para nos chatear.

As pessoas de senso comum sabem que isso não poderia estar mais longe da verdade. Antes pelo contrário, diria eu. Se eu fosse a diferenciar os pretos dos brancos, teria de ser positivamente. Um exemplo simples:

 

A MEO está sempre a chatear-me para eu aderir a um serviço de televisão deles. Não me interessa, nunca me interessou e não vejo que seja provável que me venha a interessar. No entanto, eles telefonam-me persistentemente, apesar de eu algo ironicamente dizer "ah, mas ainda na semana passada disse não". Todos os que me telefonam se identificam com um nome normal de branco e com um sotaque a condizer. Esta semana, contudo, aconteceu algo inédito. Estive ao telefone com um preto com um nome de preto e um sotaque de preto. A oferta era a mesma, e referi que há meros DOIS DIAS me tinham telefonado a dizer o mesmo (isto é absolutamente verdade). A reacção imediata deste santo foi dizer algo como "ah, ok, vou colocar aqui uma nota então para não voltar a ligar".

Nem acreditei, agradeci como nunca agradeci a alguém e assim que desliguei a chamada pensei logo no Denzel Washington a dizer "my nigga".

 

 

Igualmente, voltando um bocadinho atrás, umas conversas amigavéis com os meus vizinhos pretos sensibilizou-os para o respeito pela paz dos outros, e as coisas têm estado excelentes desde então. Há trocas de cumprimentos e até de produtos hortícolas e sinto-me no direito/dever de dar uma festinha nos cachorros deles.

No entanto, não acredito de modo algum que nada disto tenha a ver com a cor da pele.

Sempre achei que o pessoal liga mais ao racismo do que ele merece, e creio que muitas vezes acontece que confundem as acções de alguém de uma cor diferente como algo inerente à cor, e não à pessoa em si (porque pessoas parvas vêm em todos os formatos).

 

 

Para reflectir adicionalmente sobre isto, apresento uma música dos Extreme, que é extremamente violenta na sua letra e igualmente inteligente na utilização de ironia.

 

Peacemaker Die, dos Extreme:

 

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